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Maquininha de Cartão: como escolher e taxas em 2026

Escolher a maquininha de cartão certa envolve comparar taxas, prazos e funcionalidades. Veja os critérios objetivos para decidir com segurança.

Letícia Prado por Letícia Prado · Analista de performance · · 3 min
Maquininha de Cartão: como escolher e taxas em 2026

A maquininha de cartão é o equipamento que permite ao comerciante receber pagamentos por crédito, débito, Pix e NFC. A escolha ideal considera taxa por transação, prazo de repasse, aluguel e custo de aquisição. Comparar ofertas evita pagar mais caro.

Empresas como PagBank, Mercado Pago e Ton oferecem maquininhas com modelos que variam de acordo com o volume de vendas e o perfil do negócio. A PagBank anuncia taxa zero e dinheiro na hora, com possibilidade de vender em até 18x. O Mercado Pago destaca o recebimento na hora para crédito, débito e Pix. A Ton apresenta taxas a partir de 0,57%.

Como escolher a maquininha de cartão ideal

O primeiro passo é mapear o ticket médio das vendas e a frequência de uso. Quem vende pouco e em valores baixos pode priorizar a ausência de aluguel. Quem opera com alto volume, por outro lado, tende a se beneficiar de taxas menores por transação.

Compare também o prazo de repasse. Algumas maquininhas liberam o valor na hora, outras em D+1 ou D+30. A antecipação costuma ter custo embutido na taxa, então avalie o impacto no fluxo de caixa.

Taxas e custos que pesam na decisão

As taxas variam conforme a bandeira, o tipo de operação (débito ou crédito) e o número de parcelas. No crédito, quanto maior o parcelamento, maior a taxa. No débito, as taxas são menores, mas o repasse costuma ser mais rápido.

Além da taxa por transação, verifique se há custo de aluguel do equipamento, mensalidade ou taxa de instalação. Algumas operadoras oferecem a maquininha gratuita, mas cobram tarifas em outros pontos, como saque ou extrato.

Maquininha para MEI: o que considerar

O MEI costuma buscar simplicidade e baixo custo. Nesse caso, vale priorizar maquininhas sem mensalidade e com app de gestão que emita relatórios de vendas. O Pix por aproximação (NFC) também é um diferencial relevante para quem atende em feiras ou delivery.

Confira se a operadora aceita a conta do MEI sem burocracia e se o repasse cai direto na conta da empresa. A integração com controle financeiro reduz retrabalho na hora de declarar o faturamento.

Tipos de maquininha: chip, Bluetooth e Wi-Fi

  • Maquininha com chip: funciona em qualquer lugar com sinal de operadora, ideal para vendas externas.
  • Maquininha Bluetooth: depende do celular para processar, mas é leve e barata.
  • Maquininha Wi-Fi: indicada para pontos fixos com internet estável, como lojas e restaurantes.

A escolha do tipo impacta a mobilidade e a velocidade das vendas. Quem trabalha com entregas tende a preferir modelos com chip. Quem tem balcão fixo pode optar por Wi-Fi e reduzir custo.

Perguntas Frequentes

Qual a melhor maquininha de cartão?

Não existe uma única melhor. A escolha depende do volume de vendas, do ticket médio e da necessidade de mobilidade. Comparar taxas e prazos é o caminho.

Quanto custa uma maquininha de cartão?

O custo varia de zero a centenas de reais, dependendo do modelo e da operadora. Algumas empresas oferecem o equipamento gratuitamente, outras cobram aluguel mensal.

Como receber o dinheiro das vendas?

O repasse pode ser na hora, em D+1 ou em prazos maiores, conforme a maquininha e a modalidade. A antecipação costuma ter custo.

Maquininha de cartão tem mensalidade?

Algumas operadoras cobram mensalidade, outras não. Verifique o contrato e os custos embutidos antes de assinar.

Qual a taxa média de uma maquininha?

As taxas variam de 0,57% a cerca de 4% ou mais, dependendo do parcelamento e da bandeira. Sempre confirme o valor exato na proposta.

Para aprofundar, veja também taxas maquininha por bandeira e antecipação de recebíveis para MEI.

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